Páginas

18.9.10

Hoje não tem poema



Hoje não tem poema
Porque o amor não vivido 
É um pobre amor-da-ça-do
De tanto amor contido
De tanto amor calado



by Branca

12.9.10

Urgência

Se tu soubesses ...
dos beijos que eu tenho guardados para ti
de todos os carinhos
das palavras
do calor do meu abraço
do fogo da minha boca
da sede da minha língua 
Meu amor... não te demores tanto
Te quero com urgência

Branca

11.9.10

Sobre a Verdade e o Amor

A verdade?
Não, eu não posso suportá-la. 
Por isso eu me recriei. 
Me reconstruí como se eu fosse forte, 
corajosa, 
independente, 
auto suficiente. 
E assim eu me tornei, 
por questão de sobrevivência. 
Eu não tinha ninguém para me defender
então eu tive que me armar de todos os lados
para parar de sentir tanta dor. 
Eu sou frágil, justamente por isso mais forte eu sou!


O amor? 
Eu cansei de acreditar, 
eu cansei de esperar, 
eu cansei de me dar, 
eu cansei de ter expectativas, 
eu cansei de querer. 
O problema é que eu não sei me dar pela metade, 
e assim eu também quero, 
tudo por inteiro. 
E isso é burrice.


Branca

4.9.10

Verdades



Tudo o que eu escrevo 
é verdade, 
pelo menos a verdade naquele momento.
A minha verdade, 
a que eu enxergo.
Ainda que seja uma verdade imaginária, 
e mesmo que isso seja de forma consciente, 
continua ser a minha verdade, 
porque ela é sentida como tal.


Branca

29.8.10

Coisas sobre mim.


Me lembrei que quando eu era criança eu tinha muito medo. O porque desse medo eu não sei ao certo, mas era medo de tudo. Medo do escuro, me de ser abandonada, medo de perder meus pais, medo do desconhecido, medo ouvir radio a noite no escuro (aquelas vozes vindas não sei de onde misturada a chiados me arrepiavam de medo), medo de fantasmas, medo de dormir sozinha, medo de acidente, medo de morrer, isso fora os medos normais como de cobra ratos e baratas. Eu tinha medo do mundo todo.

Branca

25.8.10

Sem Pauta


Sinto que qualquer coisa que eu fale seja absolutamente desnecessário.
Estou sem pauta.
Então me calo e apenas observo.
As vezes eu até participo da cena.
Mas nada de extraordinário.
Deve ser o tempo de pausa na vida que temos vez ou outra. 
Ou pelo menos uma vez na vida temos esse momento.
O espaço entre as batalhas.
Momento de descanso do combatente.
Pausa e paz.
Sem nenhum sinal de ansiedade para passar para uma próxima etapa. 
Acho que tudo foi muito desgastante e por muito tempo!
Que foto linda!! ^^

by Branca

25.7.10

A verdade é que ...




... sou simples demais, transparente demais, romântica demais, sonhadora demais, inconformada demais, teimosa demais, humana demais.


Meu defeito é que tenho essa mania besta de querer ser feliz.



Branca

8.7.10

Meu amor


Ah como eu amo a tua existência
E quando passo horas contigo
Para mim são como minutos
E quero sempre mais de tua companhia
Como é agradável estar contigo
Logo que acordo é para você o meu primeiro pensamento
E na hora de dormir, mesmo com sono
Sempre quero ficar só mais um pouquinho 
E não me importo de passar a noite toda em claro 
Se for com você
E você sempre aqui comigo
Meu amor
Meu amigo
Meu companheiro
Meu guru
Meu amante 
Nem me lembro de como era minha vida antes de você
Ah como eu te amo, meu computador com banda larga ^^

by Branca

6.7.10

Clarear


Branca          diz (02:33):
acho que preciso clarear o meu blog
mas naum vou ser impulsiva
geralmente eu sou melancolica
sou mais lua que sol
mas estou sentindo vontade de encher tudo de sol

Stanley diz (02:35):
Bem, ele é muito bom.
Por que é você.

Stanley diz (02:36):
Em cada detalhe dele posso sentir exageradamente todas essas coisas ao qual eu disse.
Eu sou aurora completamente.
Gosto do sol e sentir que tudo está se iniciando.

Stanley diz (02:37):
Essa escuridão que se vai, é só um passado de um belo dia claro que agora vem.

...

5.7.10

Fui ver o Sol


Ontem, cansada da minha clausura, sai pra ver o Sol. 

Gostaria de fazer isso mais vezes. Sair com esse proprósito. Como num encontro marcado, ao qual não se pode faltar de forma alguma.

Eu fiz assim ontem. Entrei no meu carro, peguei estrada, busquei um horizonte, o mais aberto que pude encontrar, para que nada pudesse atrapalhar meu momento particular com o astro rei!

E ele se pôs lá no horizonte, todo lindo, magnânimo, cheio de esplendor! Ele foi se colocando atras da serra, e foi sumindo, sumindo, sumindo... por fim a serra tornou-se um vulto, emoldurado com um céu todo avermelhado!

Maravilhoso!

E eu ali, parada na beira de uma estrada, assistindo aquele espetáculo, que a maioria das pessoas sequer percebiam. No rádio, para completar tocando som de Cassia Eller!

Isso vai se repetir, prometi.

Branca